segunda-feira, 23 de agosto de 2010

FÉRIAS!


Lindas as malas, não acharam??? São mera ilustração para dizer que amanhã saio de férias!!!! Portanto, o blog estará temporariamente sem atualizações....mas fiquem tranquilos, porque já tenho idéias de posts para colocar aqui durante esse período...aguardem!!
Bjs a todos
Silvia

Promenade



Aconteceu ontem a 4° edição do Promenade em São Paulo, "um passeio borbulhante pelas ruas dos Jardins" envolvento arte, moda, cultura, entretenimento e gastronomia. As ruas foram fechadas para o evento e as pessoas que passavam pelas lojam podiam beber tacinhas de Chandon! Claro que tirei fotinhos para vocês verem!

Chandon


Galery


Vitrine da Louis Vuitton

Momento tiete: Mariana Ximenes

Mais Chandon na vitrine de uma das lojas!



sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Dica de Restaurante: Le Jazz

Um lugar pequeno, mas gostoso, agradável com uma excelente gastronomia...adoro! Esse é o Le Jazz Brasserie, um restaurante ao som de uma trilha de jazz, cuidado com muito carinho pelo Gil Carvalhosa Leite. Um cardápio que você fica horas em dúvida para escolher o que vai comer, pois tem de tudo o que uma boa cozinha francesa deve ter, inclusive quiches e sanduíces, as sobremesas então...sem comentários! Não vou falar todos os pratos e detalhes dos mesmos porque não sou nenhuma crítica gastronômica..hahaha...tem que ver pra crer, rs! Os vinhos??? Bom....esses tem preços atraentes, você bebe uma taça a menos de R$20,00!!!
Um lugar super disputado, mas que não é de "modinha" vamos assim dizer! Um ótimo programa para o final de semana. Fica na Rua dos Pinheiros, 254.
Fica a dica!

bjs

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Ice Wine



O Vinho de Gelo, Ice Wine ou Eiswein (em alemão) são vinhos de sobremesa produzidos principalmente na Áustria, Alemanha e Canadá....países frios, óbvio! As uvas são colhidas em temperaturas abaixo de 6°C, ou seja, estão congeladas, mas o que está congelado é apenas a água da uva e não o açúcar, o que dá um sabor mais doce ao vinho!
Após colhidas as uvas (podem ser brancas ou tintas), elas são prensadas com muito cuidado para não quebrar os cristais de gelo, e assim forma-se um suco que vai para o tanque onde ocorre a fermentação e permanecem por cerca de 1 mês até atingir o grau alcoólico adequado.
São vinhos que as pessoas aconselham guardar por uns anos, para ter um melhor sabor...docinho!!!
No dia 10/10/2010 às 10h10min10s...será lançado o primeiro Icewine brasileiro da vinícola Pericó, localizada em Santa Catarina.





foto que achei das pessoas fazendo a colheita



terça-feira, 17 de agosto de 2010

Jantar Santa Carolina




Ontem teve um jantar promovido pela Casa Flora, no Restauramte La Tambouille para a apresentação do vinho Herencia da vinícola chilena Santa Carolina e degustação da linha de vinhos Specialties.


A estrela da noite: Herencia que significa herança um nome em homenagem aos mais de 130 anos da vinícola. Esse vinho é produzido com a uva carmenére. Essa uva se deu muito bem no Chile.
O Chile possui uma excelente localização para a produção de vinhos, pois está entre a Cordilheira dos Andes e o oceano Pacífico. Assim, o clima, solo são perfeitos para o cultivo das uvas.


entradinha de camarão...para dar água na boca, rs!




Todos os vinhos do jantar: Espumante, Linha Speciaties (com as uvas Sauvignon Blanc, Malbec e Carignan), Heritage e o vinho de sobremesa!

O enólogo da vinícola Andrés Caballero que explicou os vinhos!

Foi um jantar gostoso, os chilenos da vinícola foram atenciosos ao expor seus vinhos (eles que tem um inverno super frio reclamaram do frio de São Paulo, não é para menos..estamos todos congelando,rs!), os vinhos maravilhosos harmonizados com os pratos, enfim..uma ótima noite.
Não podia deixar de colocar aqui meus ajudantes, vamos assim dizer, o pessoal que trabalha no restaurante, além de terem que servir os pratos, os vinhos na ordem correta, tiraram todas as fotos para o blog! Umas simpatias de pessoas! Aí estão eles: Teixeira, Jailson e Marinho.






segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Vinhos para o Bem

Quando fiz o Post "Celebridades do mundo do Vinho", além de descobrir inúmeros famosos que possuem vinícolas, a queridissíma Tia Vicky, super incentivadora do blog me deu a dica do Paul Newman, então resolvi fazer esse post sobre algumas empresas que de um jeito ou de outro fazem do vinho um ato de caridade.


Paul Newman, juntou uma equipe para produzir vinhos em Napa Valley, California. São produzidos vinhos com as uvas Cabernet Sauvignon, Chardonnay e Pinot Grigio. Cada garrafa vendida é revertida para a caridade através de sua fundação, a Newman´s Own, que tem cerca de 150 produtos. A venda desses produtos é destinada a crianças carentes e jovens dependentes de drogas (Paul Newman tinha um filho que morreu de overdose). Mesmo após sua morte, a Newman´s Own continua ajudando essas pessoas!


Com o slogan " Are you one in a Millione?" A marca Millione criada pela Action Aid, entidade internacional que luta contra a pobreza ao redor do mundo, tem o objetivo de vender o frisante rosé e destinar 1 libra de cada garrafa vendida à contrução de escolas em Serra Leoa, na África. Olhem o video com Ema Thompson!






O Twitter também está nessa....a rede social produzirá uma série limitada de garrafas de vinho com as uvas Pinot Noir e Chardonnay que serão vendidas a U$20 nos Estados Unidos, 25% deste valor será doado para a Room to Read, organização que luta contra o analfabetismo. O cliente que compra o vinho pode customizar a garrafa e acompanhar todo o processo da produção de seu vinho pela internet.

Além dessas, sempre há degustações, jantares, palestras de vinhos, onde parte da renda é destinada a causas sociais!




A Wine School fez recentemente uma palestra sobre vinhos (fotinho acima) para o projeto VER (Voluntariado Emilio Ribas), o preço da palestra? Latas de leite em pó para as crianças soropositivas que recebem tratamento no hospital.

Bom...é dando que se recebe!!!
Bjs

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

La Romanée Conti




O Romanéé- Conti é um dos vinhos mais famosos do mundo, mas aqui no Brasil ele ganhou destaque quando, Lula foi presenteado pelo seu marqueteiro Duda Mendonça com a safra de 1997 desse vinho na sua vitória em 2002, que bela comemoração, rs!
Outra curiosidade  desse vinho é que Paulo Maluf tinha uma coleção de safras antigas desse vinho.
Esse vinho é produzido na Borgonha, França, num vinhedo de apenas 250.000 metros quadrados, o Domaine de La Romanée -Conti. A propriedade teve inúmeros donos, até ser adquirida pelo príncipe de Conti que acrescentou seu nome ao vinhedo.
Na Borgonha, alguns vinhedos de elite são classificados como premier crus e a eleite da elite como grand cru, caso da vinícola do Romanée Conti. A vinícola já sofreu ameaça por um homem que dizia envenenar as vinhas com praga (foi para a prisão e se enforcou...)
É um vinho de guarda, que atinge seu ápice após 15-20 anos, feito exclusivamente com a uva pinot noir. A vinícola produz apenas 5.500 garrafas desse vinho e são vendidas em caixas fechadas nas quais apenas um vinho é o Romanée Conti. O preço??? A safra 2004 custa R$10.980,00!


A vinícola

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

As Garrafas

Existem diversos tipos de garrafas de vinho, em certos países, os produtores tem que usar certo tipo de garrafa que caracteriza a região por normas do governo.
Aqui estão os principais e mais conhecidos tipos de garrafa:



Bordalesa ou tipo Boudeaux





Bogonhesa ou tipo Borgonha


 
Tipo Alsácia


 



Champagne




 


Francônia (de Franken, Alemanha)








Do Porto




Os tamanhos também variam, tem a meia-garrafa (375ml) e a Magnum (1,5 litros).
Agora olhem essa garrafa que um grupo de chineses criaram...1.850litros!!!!





 



segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Robert Parker


Se tem um homem poderoso e influente no mundo dos vinhos o nome dele é o americano Robert Parker, um advogado que viveu sua infância numa fazenda sem contato algum com vinhos. Conheceu o vinho na França, quando foi visitar sua namorada, hoje, sua mulher e a partir daí a bebida o fascinou... por ter baixo teor alcoólico além de combinar perfeitamente com a comida.
Aos 31 anos de idade, começou a escrever sobre os vinhos que tomava num folheto mensal que eviava para amigos. Tomou gosto pela coisa, largou seu trabalho como advogado e transformou seu folheto em um jornal o The Wine Advocate (O Advogado do Vinho), que se tornou um guia de referência para os consumidores americanos, hoje também tem um site http://www.erobertparker.com/
Na década de 80, com sua excelente memória olfativa e gustativa (seu narizinho, seu olfato está assegurado em 1 milhão de dólares), começou a pontuar os vinhos que tomava, de 50 a 100 pontos, por isso hoje os produtores, importadoras o amam ou o odeiam. Suas notas são capazes de elevar o preço de determinado vinho, mas também arruinar alguns produtores. Já foi até ameaçado de morte por causa disso.
Robert Parker degusta e avalia cerca de 10.000 vinhos por ano, ele cheira, coloca um pouco na boca, faz um  bochecho e cospe (imagina se tomasse uma tacinha de cada...hahaha). Todas as garrafas de vinho que avalia são compradas por ele mesmo, diz ele que jamais avaliou um vinho que recebeu de outras pessoas.
Ele acha que não existe um vinho perfeito, pois o gosto varia de pessoa para pessoa e para se comprar um bom vinho basta beber, quanto mais a pessoa toma o vinho, mais aprende a comprar.
E mais...para ele as qualidades mais importantes que o vinho deve ter é simples: vinho bom é aquele que proporciona prazer, é aquele que você gosta!
Bom...agora quando virem RP 86 em uma carta de vinhos...já sabem que o todo-poderoso Robert Parker pontuou em 86 o vinho!

domingo, 8 de agosto de 2010

De Pai para Filho....



Feliz dia dos Pais!!!!
Hoje tem mais uma participação especial aqui no blog e o nome dele é Andre Rossi, o Déco, que também tem um blog http://www.enodeco.wordpress.com/  (leio toda semana). Seu pai, Jose Pedro, foi quem o apresentou ao mundo dos vinhos e hoje, com 33 anos ele resolveu transformar sua paixão por vinhos em trabalho. Achei fascinante essa sua decisão e pedi para ele escrever um pouco sobre sua história com o mundo dos vinhos que sempre teve seu pai como icentivador...e aqui está, muito obrigada Déco!

Ao receber o convite da Silvinha para contar um pouco sobre a minha história no vinho durante esta semana de dia dos pais, fiquei, além de lisongeado, um pouco confuso no que escrever e porque eu fui escolhido? Enfim, vamos lá.


Com 33 anos de idade, posso me considerar um enófilo curioso, estudioso e acima de tudo atento e ouvinte das opiniões dos outros, pois tento a todo custo não ser um enochato ou um daqueles enófilos que só se importam com as opiniões próprias. E posso dizer que a primeira opinião que conto neste assunto é a do meu pai, grande inspirador e incentivador desta minha paixão. Rossi, sobrenome de família italiana, não poderia desenvolver outra paixão que não o vinho. Talvez o futebol, paixão equiparável ao vinho para mim, mas não por aquele verde clube de origem italiana, e sim pelo grande tricampeão sulamericano, mundial e hexacampeão brasileiro, o São Paulo Futebol Clube.


Sempre vi meu pai bebendo vinho com muita vontade e gosto religiosamente todos os dias. E aos poucos fui entendendo isto. Então, eis que meu primeiro emprego, ainda um estágio, foi por intermédio de um amigo, na Expand, uma das maiores importadoras deste país. Aprendi bastante lá, tanto no dia-a-dia, quanto nos cursos que fiz. Fiquei lá um ano, até inicar a minha carreira em grandes agências de publicidade. E a paixão foi crescendo. Viagens por Bento Gonçalves, Chile, Argentina e Itália me proporcionaram visitas a dezenas de vinícolas. E a paixão foi crescendo. Inúmeros cursos, degustações e eventos que participei (Muitos promovidos pelo pai desta blogueira, o amigo Ricardo). E a paixão foi crescendo.


E aí, como sempre gostei de escrever, resolvi criar um blog, o EnoDeco. Blog este que tem como missão ser "Um despretensioso blog sobre vinhos". A coisa foi ficando cada vez mais séria. A paixão foi crescendo. E tudo isto sempre muito incentivado pelo meu pai, que além de pai, é um grande enófilo também.


Até que, há 1 mês atrás, resolvi trocar meus 12 anos de publicidade pelo mundo do vinho. Estou indo fazer 2 cursos do renomado WSet (Wine & Spirits Education Trust) em Nova York e volto para tirar do papel algumas idéias que tenho para fazer neste maravilhoso universo enológico. E novamente apoiado pelo meu enófilo-incentivador, o meu pai, claro que neste caso preocupado com a decisão de um filho que tem uma família para criar, mas confiante e certo de que dará tudo certo.


Enfim, amigos, o importante é que o mundo do vinho é grande demais e pode comportar diversos tipos de gostos e opiniões. Mas se posso deixar aqui 2 conselhos, eles são: Seja humilde e ouça as opiniões dos outros sobre os vinhos. Não existe uma verdade absoluta no mundo do vinho. E nunca, nunca desista dos seus sonhos.


CHEERS!!

sábado, 7 de agosto de 2010

Abrindo a Janela com Suzana Barelli


Sempre ouvia falar da Suzana Barelli, não só como profissional, mas também da pessoa que ela é, e realmente quando a conheci fiquei de cara encantada com ela, que além de ser diretora de redação da Revista Menu é a super mãe da Gigi. Tive o prazer de fazer uma entrevista com essa personalidade do mundo do vinho.

Nome:
Suzana Barelli

Formação:
Jornalismo pela Faculdade Cásper Libero, e Ciências Sociais, pela USP

Como e quando entrou para o mundo dos vinhos:
A minha chegada ao vinho mostra que a vida dá sabias voltas. Em 1994, eu trabalhava na Folha de S.Paulo como repórter de economia. Com o Plano Real, a diretoria do jornal resolveu investir nas reportagens de comportamento e estilo de vida – a aposta era que as pessoas não comprariam mais o jornal para conferir a inflação e o índice diário de reajuste da caderneta de poupança e que procurariam o jornal para outras informações. Um jornalista de cotidiano chamado Kike da Costa, sugeriu que a Folha criasse uma página de domingo chamada “Pecados do Capital”. A idéia era reportagens do mundo da economia brincando com os pecados capitais: gula, preguiça, cobiça etc. Uma dica de restaurante de um empresário virara uma matéria com a retranca “gula”; uma viagem legal de um executivo, ir para “preguiça”; uma frase malvada, para “ira” e assim por diante. Nunca entendi muito por qual razão que me pediram para escrever esta página. No começo, achei muito estranho, depois soube que a avaliação é que o meu texto era mais solto, não tão “economês”. E assim eu, uma filha de um economista ligado ao mundo sindical e acostumada a tomar cachaça e que nunca tinha provado um champanhe brut, comecei a escrever sobre estilo de vida e...

... gostei. Como nesta época também começava a chegar com força os vinhos importados, eu comecei a escrever mais sobre o tema. Tinha notícia, informação e uma jornalista está sempre correndo atrás de informação. Lembro de um “furo”, que foi a abertura do primeiro escritório da Veuve Clicquot no Brasil – hoje, este é o champanhe mais vendido no país. Como gostei do assunto, decidi aprender mais, fiz os cursos básicos e avançados de vinho na ABS-SP. Ia estudando (e provando vinhos), mas ainda tinha dúvidas se eu queria escrever de vinhos ou de economia. Mudei de emprego, fui para a revista Carta Capital e voltei a focar na economia. A aposta definitiva no vinho veio na virada de 1999-2000, quando fui chamada para participar da equipe que lançaria o jornal Valor. Aí decidi que queria ficar mesmo neste mundo de Baco. Depois do Valor, trabalhei na Prazeres da Mesa e hoje sou diretora de redação da Menu e me defino como uma jornalista especializada em vinhos.

Hobbies:
Até hoje não sei se o vinho é hobby ou profissão. Gosto muito de ler, de viajar e de ir a restaurantes e isso sempre pede a companhia de uma taça de vinho. Atualmente, ir ao parque nos finais de semana com a minha filha pequena é um dos meus hobbies favoritos.

Filme:
Como o assunto é vinho, o filme é Sideways, que mostrou que o vinho não é um bicho de 7 cabeças.

Uma Viagem:
Um dia, entrevistando o Paul Hobbs, enólogo que trabalhou com o Catena no início de renascimento dos vinhos argentinos, ele contou da aventura de cruzar a Cordilheira dos Andes de carro. A história me marcou e, no final daquele ano, meu marido, eu e mais um casal de amigos fomos de carro do Brasil para o Chile. Foram 10.500 quilômetros em 1 mês. A viagem foi bárbara. Não imaginava que a Argentina fosse tão bonita (sabia que o Chile era um país lindo, com várias paisagens, mas o interior da Argentina também é muito interessante). E cruzar a cordilheira, principalmente pelo norte da Argentina, é uma experiência única. Além do lado pessoal, esta viagem me ajudou a entender muito mais dos vinhos dos dois países, e a força da cordilheira para moldar estas bebidas.

Dica de Restaurante:
Nesta semana, é o Ici Bistrô, que comi um cordeiro maravilhoso lá recentemente. Mas tem tanto lugar legal...

Um vinho especial:
Château Margaux, muitas vezes definido como o vinho mais feminino entre os grandes Bordeaux (e é mesmo) e o Vinha Maria Tereza, um tinto do Douro, Portugal, de vinhas quase centenárias, com cepas misturadas, plantadas quando a Maria Tereza nasceu. Nem sei se ela ainda está viva, mas a última vez que soube, tinha mais de 90 anos. Além do vinho em si, o vinhedo da Maria Tereza tem uma vista maravilhosa, para o rio Douro. É um pedaço do paraíso na Terra.

Dica para quem está entrando para o mundo dos vinhos:
Vinho é litragem, como gosta de afirmar o Jorge Lucki (que é um dos meus ídolos neste mundo). Ou seja, é preciso estar sempre provando e prestando atenção no que está bebendo. Se vc tomou um cabernet sauvignon chileno e gostou, na próxima vez, tome um outro cabernet sauvignon, mas de outro país. E tente lembrar dos aromas e sabores do primeiro vinho e comparar com o que você tem na taça. Na outra oportunidade, prove outro vinho chileno, que não o cabernet sauvignon. E assim por diante. É comparando, prestando atenção e tomando nota que se aprende sobre os vinhos. E, melhor, dá para fazer isso de uma maneira agradável, com os amigos, se divertindo.

Um vinho de até R$50,00:
Casilleiro Del Diablo tinto. A Concha Y Toro é uma grande produtora de vinhos chilenos, que sabe moldar bem os seus vinhos nas diversas faixas de preço. O Casilleiro é um belo vinho para o seu valor.

Vinho é...
 uma bebida que sabe surpreender e que eu adoro...


Suzana, mais uma vez super obrigada!

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Dica de Livro


Acabei de ler esse livro, La Bodega, do Noah Gordon. Demorou para eu engrenar, mas depois não consegui parar de ler.
Um romance levezinho que se passa na Espanha, não vou contar a história porque senão perde a graça, mas pelo nome e pela capa já dá para saber do que o livo se trata.
O meu exemplar está a disposição para quem quiser ler, passo adiante com maior prazer...
bjs

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

No Restaurante....




Alguns restaurantes tem aquele longo ritual com o vinho, primeiro a enorme carta com inúmeros vinhos, depois da escolha vem o garçom, maitre ou sommelier abre a garrafa, mostra o vinho e a rolha...legal, como se não bastasse o vinho é servido (só um pouquinho) para apenas uma pessoa na mesa e o cara que serviu o vinho fica te olhando, esperando...você bebe o vinho e fala "Pode servir"..hahaha!
Bom, pedi umas dicas para um amigo, o Will (fotinho abaixo), um super estudioso de vinhos e sommelier do Bar da Dona Onça, de como agir nessa situação.




Olá a todos!
Aí vão alguns passos para se escolher de forma correta um bom vinho...

1º Passo - Ao chegar ao restaurante chame o sommelier – pessoa responsável pelos vinhos,explique sua situação e peça primeiro uma orientação ao profissional que oferecerá um bom vinho. Analise a sugestão em relação a custos e etc...,peça um tempo e siga para o segundo passo...

2º Passo - comece a ler a carta de vinhos,sempre dividida por países e suas respectivas regiões,veja se há alguma marca que você já ouviu falar, facilitando assim sua escolha.

3º Passo – Decidido? Caso escolha o vinho por sua própria conta, chame o responsável para que sugira a harmonização com um prato da casa, portanto a melhor dica é escolher o prato antes do vinho. E lembre-se, um vinho mal escolhido prejudica o sabor da comida e vice -versa....

4º Passo – Após a apresentação da garrrafa pelo somemelier, DEGUSTE – Não beba por beber, preste atenção nos mínimos detalhes, o aroma, a cor, o paladar, à medida que se bebe mais, e mais e se presta atenção, mais se consegue identificar a riqueza das sutis gamas de sabores e aromas de cada bebida. Para que serve isso? Apenas para uma coisa: amplificar o prazer. Para chegar a esse ponto, o melhor caminho é a prática.

E não esqueça! Você pode não saber como escolher o melhor vinho hoje, nem amanhã, mas a medida que você vai degustando e apreciando esta bebida tão especial, vai aprendendo, aos poucos, escolher o de seu gosto, e neste caso, só sua experiência pessoal irá lhe ajudar obter a bebida de sua preferência. É seu paladar, seu gosto, que dirá aquilo que o agrada, o tipo de vinho que prefere.

Espero contribuir e sejam bem-vindos ao Mundo dos Vinhos

Ótimos Vinhos...

Will

Adorei Will, muito obrigada!!

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Feliz Aniversário


O dia 4 de agosto de 1693 é conhecido como a data em que o monge Dom Pérignon inventou o champagne.
Um certo dia ele resolveu tapar as garrafas de vinho com cera de abelha derretida . Após um tempo, as garrafas explodiram. O contato do vinho com o açúcar da cera provocou a segunda fermentação na garrafa, o método champenoise.
A vinícola Moet & Chandon homenageou o seu champagme top com o nome do monge. Hoje ela faz parte do grupo LVMH (Louis Vuitton, Moet, Henessy) e continua sendo a champagne mais famosa do mundo!



Entrem no site
http://www.domperignon.com

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Só para Mulheres....


Ontem fui numa degustação no Capim Santo a convite da importadora Casa Flora, só para mulheres!! Lá tinham três enólogas apresentando seus vinhos.


Essa é Rosalía Molina enóloga e proprietária da vinícola espanhola Alto Landon, ela apresentou seus vinhos orgânicos para a mulherada.


Esse vinho Rayuelo é produzido com a uva bobal, nem as super, ultra experts em vinho conheciam essa uva, que é excepcionalmente espanhola.



Mais uma enóloga espanhola Ana Lópes, da vinícola Gramona, que fica perto de Barcelona. A especialidade da vinícola são as cavas (espumante espanhól), mas essa garrafa comprida é um vinho de sobremesa. Provei todos e adorei, rs!





Por último, a mais famosa da noite, a portuguesa Felipa Pato, que junto com seu marido, William (que não estava presente, clarooo) produz dois vinhos brancos: O Bossa e o Nossa, para tomar no dia a dia, além de tintos (fotinhos abaixo)

Lokal Silex
                                                                        

O branco Bossa


Lokal Calcário

  Além dos vinhos, muitas comidinhas gostosas!!!

Bjs