sexta-feira, 23 de março de 2012

VIAGEM!!!


Genteee,
Amanhã viajo para um país bemmm longe, com um fuso horário de 15 horas para conhecer vinícolas e beber muito vinho, portanto não vou conseguir postar com muita frequencia, mas se der prometo que escrevo!!!!
Voltarei com muitas novidades...aguardem!!!
Bjs

Após semana agitada no mundo do vinho..só posso dizer:

Essa semana o possível aumento do imposto sobre o vinho deu o que falar!!! Pessoas querendo boicotar o vinho brasileiro, cada um, da sua maneira manifestando-se com essa notícia que foi uma bomba....
Mas hoje é sexta e só basta dizer:


Bjs

quarta-feira, 21 de março de 2012

NÃO AO AUMENTO DOS IMPOSTOS!!!


Para quem não sabe está rolando uma verdadeira briga entre as importadoras de vinho e o Governo Brasileiro. A presidenta Dilma anunciou estar estudando medidas para proteger os vinhos nacionais, entre elas o aumento dos impostos sob os vinhos importados de 27% para 55% e o limite de exportação, através de cotas, onde apenas Uruguai e Argentina ficariam isentos.
Além disso, o governo quer que todo o vinho que entra no Brasil tenha um rótulo na parte da frente (já se usa na parte de trás da garrafa) e isso quem faria seria os produtores e dificultaria a relação entre produtor e importador!!!!
Com isso, quem sofre são os consumidores!!!! O imposto já é alto, já sofremos um pequeno aumento nos preços dos vinhos por causa do tal selo fiscal e agora mais aumento??? ABSURDOOOO!!!!
O presidente das importadoras Mistral e Vinci manifestou-se a respeito do aumento de imposto através de uma carta aberta, que faço questão de divulgar aqui, confiram:


Caro amigo,

O mundo do vinho no Brasil vive momentos decisivos. Agora é mais do que necessário fazer um alerta a nossos clientes sobre algumas notícias muito preocupantes para os amantes de vinho.
Por incrível que pareça, surgem outra vez notícias a respeito da pressão dos grandes produtores gaúchos sobre o governo para que haja um novo aumento de impostos sobre o vinho importado, como se a gigantesca carga tributária atual não representasse proteção suficiente para o vinho nacional. Fala-se agora em “salvaguardas”, como se a indústria nacional estivesse em perigo, em risco de falência, quando na verdade as notícias enviadas à imprensa reportam um grande crescimento de vendas. Afinal, é preciso definir qual discurso é o verdadeiro: o vinho nacional vai muito bem ou vai muito mal? Os comunicados e números oficiais dizem que vai muito bem, o que invalida o argumento a favor das “salvaguardas”. Além do que, os impostos atuais já são altíssimos, e representam o verdadeiro grande inimigo do consumo de vinhos no Brasil.
Além do aumento de impostos — pediu-se um aumento de 27% para 55% no imposto de importação, o primeiro da longa cadeia de impostos pagos pelo vinho importado — desejam também limitar a importação pelo estabelecimento de cotas para a importação de cada país. Ficariam livre das cotas apenas os vinhos argentinos e uruguaios. Incrível: cotas de importação para proteger ainda mais um setor, o de vinhos finos nacionais, que cresceu cerca de 7% em 2011 — ou seja, nada menos do que quase o tripo do crescimento do PIB brasileiro! Se forem adotadas salvaguardas para um setor que cresceu o tripo do PIB em 2011, que medidas de proteção se poderia esperar então para o restante da economia? Repito porque parece incrível, mas é verdade: pedem salvaguardas para um setor que cresceu cerca de 7% em 2011! É preciso dizer mais alguma coisa?!
Além de mais impostos e das cotas, os mesmos grandes produtores pedem também ainda mais burocracia, como se a gigantesca burocracia que já envolve a importação de vinhos no Brasil também não fosse proteção suficiente para o vinho nacional. Nem bem foi implantado o malfadado selo fiscal e já se pede agora que o rótulo principal do vinho, o rótulo frontal, contenha algumas das informações que hoje já constam dos contra-rótulos obrigatórios. Essa nova medida, se for adotada, vai afetar — como sempre acontece com a burocracia no caso dos vinhos — apenas os vinhos de alta qualidade e pequenos volumes, já que os grandes produtores mundiais não terão nenhuma dificuldade em imprimir rótulos especiais apenas para o mercado brasileiro. Isso, por outro lado, obviamente não será possível para aqueles produtores que embarcam menos de 50 ou 100 garrafas de cada vinho para o nosso país.
Quem, afinal, seria responsável pelo aumento no interesse pelo vinho no Brasil? Certamente são esses pequenos produtores, de tanto charme e história, cuja vinda se tenta dificultar aumentando a burocracia, em uma medida sobretudo pouco inteligente. A importação desses vinhos deveria ser incentivada por todos, inclusive pelos grandes produtores nacionais, porque são eles os grandes veículos de propagação da cultura do vinho no mundo inteiro.
Para completar esse quadro preocupante, agora também são os vinhos orgânicos de pequenos produtores que têm sua posição ameaçada em nosso país. A partir de Janeiro deste ano, os vinhos orgânicos ou biodinâmicos — mesmo os certificados como tal em seus países de origem ou por órgãos certificadores internacionais — não poderão mais ser identificados como tal no mercado brasileiro, a menos que sejam certificados por organismo certificador brasileiro. Expressões como “orgânico”, “ biodinâmico”, “bio”, etc, são proibidas agora nos rótulos, privando o consumidor dessa informação esencial — com exceção dos vinhos certificados por organismo certificador brasileiro. Acontece que o processo de certificação brasileiro é caro e demorado, sendo na prática inacessível aos pequenos produtores do mundo todo. Acreditamos que apenas os grandes produtores mundiais conseguirão se registrar aqui como orgânicos ou biodinâmicos, privando assim o mercado do conhecimento de um número já muito grande e sempre crescente de produtores orgânicos. O vinho é um produto muito particular e específico, em que a maior parte da produção mundial de qualidade está nas mãos de produtores muito pequenos, que não terão recursos para obter a certificação brasileira. Sem dúvida acreditamos que é o caso de adiar a aplicação dessa medida para os vinhos, pelo menos até que sejam assinados acordos de reciprocidade, que permitam o reconhecimento mútuo dos processos de certificação no Brasil e no exterior. Afinal, a quem interessa dificultar a propagação dos vinhos orgânicos a não ser a quem não tenha a intenção de produzir vinhos dessa forma?
Diante desse panorama triste, a pergunta que se impõe é a seguinte: qual o limite para a proteção necessária aos grandes produtores nacionais para que possam competir no mercado? Ou tudo isso seria apenas uma busca por maiores lucros? Algumas das medidas adotadas recentemente, como o malfadado selo fiscal, atingem fortemente os pequenos produtores nacionais também. Vale repetir que os pequenos produtores brasileiros deveriam ter um papel importante no panorama vinícola nacional, uma vez que não existe país com alguma relevância no mundo do vinho onde o mercado seja dominado por apenas alguns grandes produtores. Afinal, todos nos lembramos do período anterior ao início dos anos noventa, quando o mercado pertencia a um pequeno grupo de gigantes da indústria nacional, a maioria multinacionais, e a alguns gigantes da industria vinícola internacional — situação que obrigava o consumidor brasileiro a consumir vinhos caros e medíocres, quando no país nem sequer se sabia o que significava a palavra sommelier.
Estaríamos na iminência de uma volta a esse passado triste para o vinho em nosso país? Será que serão perdidos todos os ganhos dos últimos anos, quando, à custa de tantos esforços, aumentou enormemente a cultura do vinho no Brasil, com o surgimento de muitos milhares de profissionais ligados ao vinho, de inúmeras publicações sobre essa bebida maravilhosa, de tantos novos empregos e de tantas novas possibilidades de crescimento profissional? Seriam os muitos milhares de brasileiros que trabalham nesse novo mercado criado pelo vinho importado, em particular o verdadeiro exército de sommeliers, menos brasileiros do que aqueles que trabalham nas grandes empresas produtoras de vinho nacional? E vale lembrar que de cada 5 garrafas de vinho consumidas no Brasil, entre vinhos finos, espumantes e vinhos comuns (produzidos com uvas de mesa), nada menos do que quase 4 (77.4%) já são de vinhos brasileiros! Os números de vendas e de crescimento do vinho nacional são gritantes, e tornam absurdo se buscar ainda maior proteção!
O consumidor precisa se manifestar, precisa dizer não a esses verdadeiros abusos!
É preciso ter uma agenda positiva para o vinho no Brasil, com todos lutando juntos para um aumento do consumo, para que o vinho obtenha o tratamento tributário de um complemento alimentar — como em diversos países da Europa — e não um tratamento punitivo com ocorre aqui, onde o ICMS pago pelo vinho é o mesmo pago por uma arma de fogo! É preciso também lutar para diminuir a burocracia, que tanto atrapalha os pequenos produtores de vinhos de baixo volume e alta qualidade — aqueles que criam mercado para o “produto vinho”.
É importante que se compreenda o quanto antes que o vinho não é uma commodity, onde o único fator a influenciar a compra é o preço. Vinho é cultura, é diversidade, é terroir, é arte. É como o mercado de livros: o brasileiro lê pouco, assim como bebe pouco vinho. E dificultar a venda de livros de autores estrangeiros não apenas não serviria para aumentar a venda de livros de autores brasileiros, como certamente inibiria ainda mais o hábito da leitura. O mesmo ocorre com os vinhos. É uma ilusão achar que encarecendo o vinho importado o consumidor vai substituí-lo automaticamente pelo vinho nacional. Na verdade o mais provável é que substitua por outro vinho importado mais barato, ou pela cerveja gourmet, ou pelo whisky, por exemplo. O que é preciso é popularizar o consumo do vinho pela diminuição dos preços e da burocracia, tanto para os vinhos nacionais como para os importados. Na verdade eles são aliados, e não inimigos como acreditam aqueles que defendem um protecionismo ainda maior para o vinho brasileiro.
O amante do vinho precisa reagir contra essa situação. Ou teremos todos que aceitar uma volta à situação de 20 anos atrás, com a perda de todo o esforço, todo o trabalho e toda a evolução obtida nesse período.

Cordialmente,
Ciro de Campos Lilla
Presidente das importadoras Mistral e Vinci

Bjs

terça-feira, 20 de março de 2012

OVO DE PÁSCOA DE CERVEJA!!!




A Skol lançou hoje um ovo de páscoa de cerveja, isso mesmo, o ovo é feito com chocolate trufado e tem em seu recheio a cerveja skol!!! O ovo, batizado de "redondinho" foi desenvolvido em parceria com a empresa de chocolates Folie...e segundo a Skol o redondinho tem sabor de cerveja, sim!!!
Será vendido em um kit que contém 6 unidades dentro de um mini-engradado personalizado que custa R$70,00. Além disso, haverá uma ação no facebook na qual os fãs que se marcarem nas fotos postadas do ovo Skol no Facebook receberão o kit em casa. A partir de 27 de março, a marca vai disponibilizar a novidade no Facebook. Para quem quiser acessar a página da skol no facebook clique AQUI!

Uma ótima dica de presente para quem gosta de cerveja...tenho vários amigos a que adorariam ganhar esse ovo, rsrsrs!!!


bjs

quarta-feira, 14 de março de 2012

BRIGADEIRO DE VINHO DO PORTO!!!



Levante a mão a mulher que não gosta, ama, idolatra brigadeiro??? Com certeza 99,9% das mulheres do mundo são loucas por chocolate e o brigadeiro está entre os favoritos...na TPM então ele é o único companheiro que amamos...hahahaha!!
Brincadeiras a parte...achei uma receita para icrementar esse doce que tanto amamos com a bebida que também amamos: o vinho e no caso o vinho do Porto!
Confiram:
Receita do site da uol

INGREDIENTES:


- 1 lata de leite condensado
- 1 colher (sopa) de manteiga
- 1 colher (sopa) de chocolate em pó com 50% de cacau
- 100 g de chocolate meio amargo picado
- 40 ml de vinho do Porto

Cobertura:
- Chocolate meio amargo ralado


MODO DE PREPARO:

Junte o leite condensado, a manteiga e o cacau numa panela e leve para cozinhar em fogo baixo, mexendo sempre. Assim que ferver, acrescente o chocolate picado e 40 ml de vinho do Porto. Mexa mais um pouco, até que a massa se desprenda do fundo da panela. Despeje o brigadeiro em uma
tigela e deixe esfriar. Depois de frio, enrole-o em formato de bolinhas e passe-as pelo chocolate ralado.
Também pode ser servido em tacinhas.

Bjsss

terça-feira, 13 de março de 2012

NOTÍCIA: Falsificador de vinhos raros dá golpe e é preso nos EUA


A Gabrielle Cristófaro me mandou essa notícia que acabou de sair na internet!
O indonésio Rudy Kurniawan, de 35 anos, um dos maiores colecionadores de vinhos raros é acusado de enganar outros colecionadores com garrafas falsificadas avaliadas no total em U$1,3 milhões.
Em 2007 uma casa de leilões suspeitou que os vinhos do indonésio eram falsas e em 2009  norte-americano William Koch processou Kurniawan alegando que várias das garrafas vendidas por ele eram falsas.
Segundo os investigadores, o falsário cometeu alguns erros simples que levaram a sua descoberta. Um dele foi a tentativa de vender, em 2008, um vinho Domaine Ponsot que teria sido feito em 1929. Porém, o engarrafamento da vinícola só começou em 1934...afeee!!!


Bjs

DRINKS/ COQUETÉIS!!!


Coquetel (em inglês, cocktail que significa rabo-de-galo) é uma bebida que combina duas ou mais bebidas, geralmente alcoólicas que são adicionados gelo, as vezes, frutas, açúcar, etc...são os famosos Drinks!
Na Grécia Antiga era raro beber o vinho puro, este era misturado com água (do mar) e mel para dissolver seu gosto forte! Em meados do séc XIX a Inglaterra aprimorou-se na criação de combinação de bebidas e a partir daí os famosos drinks vieram mundo à fora.
Hoje, são marcas registradas de filmes, personagens , etc...como a caipirinha, por exemplo que é o drink do Brasil!
Alguns drinks famosos:



DRY MARTINI: data do final do séc XIX sugiu num "boteco" nos EUA, quando o barman Jerry Thomas, improvisou essa mistura para matar a sede de um viajante que estava a caminho da cidade de Martinez, na Califórnia. A bebida de James Bond é feita em uma coqueteleira com gym, vermute e gelo e servida na taça com uma azeitona que faz todo o charme da bebida!! O segredo está na quantidade de vermute, quanto menos, mais "dry".



CAIPIRINHA: dizem que surgiu como remédio para doenças respiratórias; hoje existem vários sabores, frutas vermelhas, maracujá, lichia...mas a original é com limão misturado com pinga e açúcar!!!

BELLINI: uma delícia....suco de pessego com espumante. Criado em Veneza por Giuseppe Ciprianni que homenageou o artista Giovanni Bellini com a bebida colorida!

MANHATAN: Um dry martini onde o gym é trocado por bourbon e a azeitona por cereja!

MOJITO:  Coquetél criado em Cuba com a bebida dos piratas rum, com suco de limão, açúcar, folhas de hortelã e soda.



COSMOPOLITAN:  O drink que ganhou fama com o seriado e filme sex and the city, principalmente com o público feminino, vai vodka, suco cranberry, licor de laranja servido no copo de martini!!!

BLOOD MARY:  Surgiu em Paris na década de 20, bebida favorita  do comediante George Burns. A fórmula contém vodka, suco de tomate e alguns temperos, como molho inglês e pimenta! Para quem não quer tomar a vodka há o Virgin Mary (versão criada para curar a ressaca do Blood Mary) que é o suco de tomate temperado.

MARGARITA: A bebida latina que conquistou os americanos..vai suco de limão, cointreau e tequilaaaa!!!



KIR ROYAL: Criado por Canon Felix Kir, na França, antes vinho de mesa branco com licor de cassis e cereja...hoje o vinho foi substituído por espumante!

CUBA LIBRE: um dos mais famosos drinks...com rum, pepsi ou coca-cola e limão!!!!


Sei que deixei de escrever sobre vários drinks, mas tentei falar um pouco sobre os principais e mais famosos e espero que tenham aprendido, assim como eu, um pouco mais sobre esse universo de misturar bebidas com outros ingredientes!!!


Bjs

segunda-feira, 12 de março de 2012

G.H. Mumm continua na Fórmula 1


Semana passada a casa de Champagne G.H. Mumm anunciou a renovação da sua parceria com a fórmula 1.
O G.H. Mumm é o champagne oficial do campeonato desde o ano 2000 e já foi estourada por vários pilotos da fórmula 1 no momento mais especial das corridas: a premiação!!!

Para quem não sabe o G.H.MUMM faz parte da Martell MUMM Perrier-Jouet, prestigiada empresa de conhaques e champagnes da Pernod Ricard, co-líder no mundo em Spirits & Wines.

Com uma forte herança datada de 1827, a G.H.MUMM é uma das marcas de champagne mais prestigiadas do mundo, a número um na Casa Champagne na França e a número três do mundo. A maison G.H.MUMM Cordon Rouge é reconhecida pela faixa vermelha, símbolo de excelência, que reflete a tradição de refrescância e intensidade que têm sido passadas a cada geração de mestres.

A Cordon Rouge é produzida apenas na França na região de Champagne e a Mumm Cuveé é produzida na Argentina e faz sucesso entre os brasileiros.
Bjss

quinta-feira, 8 de março de 2012

HOMENS ELEGEM AS MULHERES BRASILEIRAS DO VINHO!!!


Hoje o post é especial em homenagem ao dia internacional da mulher!!!
Atualmente muitas mulheres estão inseridas no mundo dos vinhos; na importadora Zahil por exemplo, 80% das pessoas que trabalham lá são mulheres!!
De manhã enviei email para Ricardo Castilho (Revista Prazeres da Mesa); Déco Rossi (blog Enodeco); Miguel Icassati (Editora Abril); Antoine e Sergil Zahil (proprietários da importadora Zahil), Ricardo Bohn Gonçalves (meu pai e proprietário da Wine School); Jeriel da Costa ( Blog do Jeriel), Horst Kissmam (Revista Prazeres da Mesa); Bernanardo Silveira (Diretor iportadora Zahil); Cezar França (gerente importadora Decanter) com a seguinte pergunta:

  • Quando você pensa em mulher no mundo do vinho no Brasil quem vem a sua cabeça?????
A grande maioria, 70% das respostas citaram duas mulheres, são elas:



JANE PIZZATTO: diretora comercial e uma das proprietárias da vinícola Pizzato!



SUZANA BARELI: Diretora da Revista Menu - fiz uma entrevista com ela no blog para quem quiser ler, clique AQUI

Acho que as mulheres do mundo do vinho estão muito bem representadas por essas duas!!! Mulheres que trabalham com vinho, degustam, gostam, aprendem ou apenas acompanham o companheiro com uma tacinha...
PARABÉNS A NÓS MULHERES POR ESSE DIA!!!



Agradeço a todos os homens que responderam a pesquisa!!!

Concordam com o resultado da pesquisa ou tem outra (s) que representa o mundo do vinho no BRASIL???

Bjoss

terça-feira, 6 de março de 2012

WHAT´S IN YOUR FOOD???

O ilustrador de Cingapura James Voon criou uma campanha de conscientização onde mostra a realidade dos alimentos geneticamente modificados. Para isso, usou personagens infantis e seus alimentos favoritos....
Confiram:








quinta-feira, 1 de março de 2012

VINHOS ALEMÃES E A APOSTA DA PINOT NOIR!!!



Os vinhos da Alemanha não são muito conhecidos pelos brasileiros, é difícil encontra-los nas gôdolas dos supermercados e nas importadoras...e a língua "estranha"  dificulta ainda mais!!!
É um país que assim como com a cerveja, ama e cultiva vinhos há séculos e apesar das dificuldades que enfrentou durante as duas guerras, seus vinhos hoje são de uma qualidade extraordinária.
A Primeira Guerra Mundial foi precedida da ocupação política pela França sobre Rhein no ano de 1929, o que fez com que os vinhos franceses terem grande ascensão no país devido ao desbalanceamento das taxas.Entretanto, a Lei do Vinho de 1930 fortaleceu os padrões e as regulamentações em âmbito nacional.
Sob o período nazista, todas as organizações vinícolas  foram substituídas pela União da Viticultura, que silenciou todas as iniciativas e esforços de melhorias no setor. Após o fim da Segunda Guerra Mundial, as ilimitadas competições de vinhos estrangeiros importados, praticamente exerceram forte e pesada pressão perante os produtores. Em sua própria defesa, as organizações cooperativas ressurgiram. Algumas delas absorveram vinhedos de baixa qualidade, mas os cultivadores de alta qualidade também se associaram, e eventualmente o esforço de recuperação produziu uma segunda grande expansão de vinhedos e de campos vastamente volumosos.


Uma da vinícolas da região do Rio Reno


Hoje, a Alemanha possui 102.037 hectares de vinhedo, produz por ano 13 milhões de garrafas; 63% de vinhos brancos e 37% de vinhos tintos!! A principal uva da Alemanha é a Riesling (branca), 85% dos vinhedos do país são plantados com essa uva! Antes havia o conceito que os melhores vinhos tintos eram franceses e os melhores brancos alemães...e falar em vinho tinto alemão então era uma gafe, algo absurdo!!! A Alemanha sempre teve vinhos tintos, mas estes, eram secundários, não eram de boa qualidade, sem corpo, fracos em geral.... mas hoje o cenário é outro, a uva da Borgonha,  a Pinot Noir, vem se dando bem no país graças aos verões mais longos e as chuvas menos severas. Isso mesmo a Spätburgunder (Pinot Noir em alemão) que desde o século 13 existe no país tem feito sucesso entre os críticos e pode ser uma aposta para os amantes de vinhos no Brasil!!!!



Os principais produtores da Spätburgunder  sãoWeingut Keller (um dos vinhos foi citado no blog veja AQUI) e Schlossgut Diel, mas apesar de produzirem grandes vinhos com a Pinot Noir a grande produção dessa vinícolas é de Riesling! Na década de 80 a produção da P.N. era de 4% hoje esse número já passa os 12%!!! Mas...para encontrar esses vinhos alemães é difícil, pois são tão populares que os alemães acabam bebend por lá mesmo! Portanto se acharem algum...aproveitem!!!
Duas opções para vocês...reparem nos nomes (tive que dar CTRL C + CTRL V), rs!
Spätburgunder "Kleines Holzfaß" QbA 2007



Schlossgut Diel Cuvee Caroline

"A uva Riesling pode ser a mais elegante das uvas da Alemanha e a Pinot Noir é a sua irmã"

Espero que tenham conhecido um pouco mais sobre os vinhos de um país que tanto gosto!!! E uma dica...para quem vai para a Alemanha não deixem de fazer a Rota do Vinho pelo rio Reino...a paisagem é deslumbrante (as fotos comprovam, rs)

Bjsss